quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

O “Não, porque...” e o “Por que não?”


Há quem diga que é difícil dizer "não", mas no mundo corporativo eu penso que é a palavra mais utilizada.

Na minha vida empresarial, eu tenho visto dizer-se "não" com uma facilidade sem tamanho. Ouve-se muito "não, porque...", e preenchem as reticências com um sem número de justificativas. O contrário, diante de um fato novo, de um dilema, de um problema ou sugestão, dizer: "Por que não?" encerra um pensar melhor, um dar-se ao trabalho de ousar, um desafio ao status quo. Quem justifica insiste no passado, quem questiona cria o futuro.

Como já nos ensinou Einstein, só se obtém resultados diferentes, fazendo as coisas de outra forma. E só se faz as coisas diferentemente, se pararmos de nos justificar com o passado e pensar em fazer algo diferente para mudar o futuro.

Ok, mas no mundo do qual estamos tratando, o medo de errar (ousar) é tanto que reprime as iniciativas. Então aqui me dirijo aos dirigentes, com perdão do trocadilho, mas cabe a quem dirige tirar essas nódoa do passado de procurar culpados e adotar o salutar desejo de descobrir as causas.

Não vejo necessidade e nem acho que deva me estender mais sobre o tema. Recado dado.

Boa mudança!