Mostrando postagens com marcador gestão da mudança. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador gestão da mudança. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

O “Não, porque...” e o “Por que não?”


Há quem diga que é difícil dizer "não", mas no mundo corporativo eu penso que é a palavra mais utilizada.

Na minha vida empresarial, eu tenho visto dizer-se "não" com uma facilidade sem tamanho. Ouve-se muito "não, porque...", e preenchem as reticências com um sem número de justificativas. O contrário, diante de um fato novo, de um dilema, de um problema ou sugestão, dizer: "Por que não?" encerra um pensar melhor, um dar-se ao trabalho de ousar, um desafio ao status quo. Quem justifica insiste no passado, quem questiona cria o futuro.

Como já nos ensinou Einstein, só se obtém resultados diferentes, fazendo as coisas de outra forma. E só se faz as coisas diferentemente, se pararmos de nos justificar com o passado e pensar em fazer algo diferente para mudar o futuro.

Ok, mas no mundo do qual estamos tratando, o medo de errar (ousar) é tanto que reprime as iniciativas. Então aqui me dirijo aos dirigentes, com perdão do trocadilho, mas cabe a quem dirige tirar essas nódoa do passado de procurar culpados e adotar o salutar desejo de descobrir as causas.

Não vejo necessidade e nem acho que deva me estender mais sobre o tema. Recado dado.

Boa mudança!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Sobre sapos e estrelas

Embora amplamente divulgada e comentada, esta história parece que insiste em ser atual. Pessoas que não percebem que o entorno esta mudando, até que seja tarde demais para tomar uma atitude. Agarram-se intensamente em mastros de navios que estão para naufragar ao invés de buscar uma alternativa. E pior, acreditam que se mantendo firmes em suas posições, farão alguma diferença.


Para quem ainda não conhece (se é que há alguém), a síndrome do sapo diz que, se pusermos um sapo dentro de uma panela, com a mesma água de sua lagoa e formos aquecendo essa água, ele morrerá fervido, mas não notará que a condição mudou. Nunca fiz esta experiência, mas a comprei como verdadeira.

Infelizmente encontramos muitas pessoas que agem como o sapo. Ao não perceber que o entorno está mudando, permanecem em suas posições e, tal como os dinossauros, um dia deixarão de existir. As mudanças ocorrem o tempo todo, sem que haja aviso ou antecipação. Quando vemos, já mudou. O mundo é assim, e se não percebemos isso, entramos na nossa água conhecida e morremos felizes e cozidos.


Outra frase usada à exaustão é a de Einstein, onde ele afirma que “não há nada que seja maior evidência de insanidade do que fazer a mesma coisa dia após dia e esperar resultados diferentes”.
É sempre melhor fazer algo, por menor que seja, mas diferente do que se fez até então, do que achar que as coisas resolverão por si mesmas.  Há uma estória que ilustra esse pensamento:

Logo ao nascer do sol, uma pessoa que caminhava pela praia, notou ao longe uma criança que apanhava as estrelas do mar que estavam na areia, e as arremessava de volta para a água. Ao se aproximar, perguntou:
- Por que você está fazendo isso?
- Não vê que a maré baixou e o sol está brilhando forte? Se essas estrelas ficarem aqui na areia vão secar no sol e morrer! – respondeu o garoto.
A pessoa até que achou boa a intenção, mas comentou:
- Só que existem milhares de quilômetros de praia por esse mundo afora, meu caro. Centenas de milhares de estrelas do mar devem estar espalhadas por todas essas praias, trazidas pelas ondas. Você aqui, jogando umas poucas de volta ao oceano, que diferença faz?
O garoto olhou para ele, pegou mais uma estrela na areia, jogou na água do mar e disse:
- Pra essa, fez toda a diferença.
Muitas vezes, na intensão de fazer grandes coisas, esquecemo-nos de fazer as pequenas.


Faça algo simples e boas mudanças!